a vida prega peças e nos coloca a interpretar os mais ridículos papéis..
de uma forma impossível de recusar... a obrigatoriedade da vida me corrói por dentro.. as coisas que eu não posso escolher ou controlar.. os rumos que a vida toma, ou os rumos que tomamos na vida, são tão cheios de voltas e retornos e ruas sem saída e vias de sentido obrigatório, que a direção é sempre risco de vida. Porque a alma morre aos poucos. A dor mata aos poucos e corrói por dentro pior do que qualquer veneno. Pior que o ódio. A dor é impossível de explicar. Impossível de comparar, mensurar, relativizar, descrever... a dor que sinto vem do fundo da minha alma parece algo que carrego a cada segundo comigo essa dor e esse medo essa incerteza. É a vida do meu filho que está em jogo. A mãe grávida de quase 3 meses é a mulher pela qual eu abandonei a minha ex-esposa teoricamente perfeita. Abandonei porque amava essa que agora está grávida e ainda não me deu certeza de que teremos o filho. Está na infeliz dúvida do aborto. E além disso tem evitado de certa forma o meu contato e é complicado lidar com isso. O que me resta é sentir essa dor sem fim por enquanto, mas que eu tenho esperança de que vai passar logo, ela vai me tranquilizar, preciso acreditar nisso pra não perder o resto de controle que ainda me toca em frente nesse reveillon tão peculiar.
de uma forma impossível de recusar... a obrigatoriedade da vida me corrói por dentro.. as coisas que eu não posso escolher ou controlar.. os rumos que a vida toma, ou os rumos que tomamos na vida, são tão cheios de voltas e retornos e ruas sem saída e vias de sentido obrigatório, que a direção é sempre risco de vida. Porque a alma morre aos poucos. A dor mata aos poucos e corrói por dentro pior do que qualquer veneno. Pior que o ódio. A dor é impossível de explicar. Impossível de comparar, mensurar, relativizar, descrever... a dor que sinto vem do fundo da minha alma parece algo que carrego a cada segundo comigo essa dor e esse medo essa incerteza. É a vida do meu filho que está em jogo. A mãe grávida de quase 3 meses é a mulher pela qual eu abandonei a minha ex-esposa teoricamente perfeita. Abandonei porque amava essa que agora está grávida e ainda não me deu certeza de que teremos o filho. Está na infeliz dúvida do aborto. E além disso tem evitado de certa forma o meu contato e é complicado lidar com isso. O que me resta é sentir essa dor sem fim por enquanto, mas que eu tenho esperança de que vai passar logo, ela vai me tranquilizar, preciso acreditar nisso pra não perder o resto de controle que ainda me toca em frente nesse reveillon tão peculiar.
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